quinta-feira, 28 de junho de 2012
terça-feira, 26 de junho de 2012
“A intimidade seria o conforto da proximidade, da
cumplicidade, com respeito às diferenças, sem julgamentos? Uma conquista passo
a passo? Você me tem e eu te tenho. Não para sempre, apenas nesse instante. Eu
não conto para ninguém, nem você. Não precisamos dizer que sim nem que não,
apenas trocamos. Nunca estamos íntimos, somos. Há momentos de intimidade
óbvios, quando você me deixa olhar e eu não me incomodo com o que vejo eu te
revelo uma surpresa secreta e você diz que tudo bem.
Depois, quando nos encontramos na rua, não estamos mais
íntimos, mas ainda somos. Você me olha como quem sabe de tudo e não se importa
em saber mais. Não há culpas nem vaidades, desejo ou manipulação. É o consumo
que não suga.”
segunda-feira, 25 de junho de 2012
“Confesso que não lido bem com despedidas. Mas se quer sair da minha vida, por favor, me avise. Me ligue e grite comigo, mande uma SMS me xingando, ou quem sabe um recadinho em minhas redes sociais? Existem emails e cartas também, fique ao seu critério. Mas por favor, avise de um jeito ou de outro. Porque pior que o seu “Adeus”, é você ir embora da minha vida sem dizer absolutamente nada. Machuca, maltrata, destrói. Se vou sofrer? Vou sofrer sim. Todo mundo sofre com despedidas, todo mundo chora, todo mundo se acaba, todo mundo morre um pouco, não é mesmo? Então faça o favor de se despedir de mim logo para eu desaparecer de vez."
sábado, 23 de junho de 2012
“Sei que não sou o tipo de pessoa que sabe dar conselhos, que tem o
melhor abraço, que sabe a hora de falar e a hora de calar. Sei que sou o
tipo de pessoa errada, que sonha alto demais e depois cai de uma altura
inacreditável por achar que a vista de cima era mais bela. Sei que não
sou a perfeição em carne e osso, mas eu tento. Por você eu dou o meu
melhor, faço o possível e o impossível, corro o tanto que minhas pernas
não suportam e até conto piadas idiotas só pra te causar um sorriso.”
quarta-feira, 20 de junho de 2012
terça-feira, 19 de junho de 2012
Estou bem acordada
Sim, eu estava no escuro
Eu estava caindo com força
Com um coração aberto
Estou bem acordada
Como pude ler as estrelas de forma tão errada?
Estou bem acordada
Como pude ler as estrelas de forma tão errada?
Estou bem acordada
E agora está claro para mim
Que tudo que se vê
Nem sempre é o que parece
Estou bem acordada
Sim, estive sonhando por muito tempo
Queria saber naquele momento
O que eu sei agora
Não mergulharia de cabeça
Não me curvaria
A gravidade machuca
Você tornou isso tão doce
Até que acordei no
No concreto
Estou bem acordada
Sem perder o sono
Juntei cada pedaço
E aterrissei de pé
Estou bem acordada
Não preciso de nada para me completar, não
Estou bem acordada
Sim, nasci novamente
Para fora da cova dos leões
Não tenho que fingir
E é tarde demais
A história acabou agora, o fim (8'
Queria saber naquele momento
O que eu sei agora
Não mergulharia de cabeça
Não me curvaria
A gravidade machuca
Você tornou isso tão doce
Até que acordei no
No concreto
Estou bem acordada
Sem perder o sono
Juntei cada pedaço
E aterrissei de pé
Estou bem acordada
Não preciso de nada para me completar, não
Estou bem acordada
Sim, nasci novamente
Para fora da cova dos leões
Não tenho que fingir
E é tarde demais
A história acabou agora, o fim (8'
segunda-feira, 18 de junho de 2012
domingo, 17 de junho de 2012
Tenho tanto para desabafar,
para arrancar do meu peito e jogar pra longe, apagar da minha memória.
Tanta coisa que gostaria de falar, de expor para todo mundo ver, mas não
consigo. Sinto como se algo me impedisse de escrever, me impedisse de
traduzir minha dor e mágoa em palavras. Não consigo encontrar as
palavras certas para desabafar sobre tudo o que se passa em minha mente
nesses dias gélidos trancada em meu quarto. Creio que quando eu as
encontre, eu já tenha deixado de sentir.
— Toma 10 reais.
— Porque?
— Pelo sexo de hoje.
— 10 reais não são nem os primeiros 10 segundos.
— Eu não devia nem te pagar, devia ser cortesia.
— Nada é de graça hoje em dia.
— Meu coração pra você é. As outras pagam.
— Idiota.
— Fica bravinha não.
— Vai te fude.
— Deixa eu te foder.
— Fode as menininhas que “pagam” pelo seu coração.
— Adoro te ver assim.
(ele sorri)
— Você vai adorar quando eu pegar uma faca.
— Você ta me deixando exitado.
— Usa a mão.
— Ah amor, para com isso vai.
— Para com o que? To normal.
— Vem aqui, deita comigo?
— Tá.
— Vamos dá mais uma?
— Não.
— Nossa mor, fica brava não. Quer que eu peça desculpas de joelhos?
— Quero.
— Ah, se ta brincando né?
— Não.
— Você é foda em.
(ele se levanta da cama e ajoelha-se no chão)
— Amor, princesa da minha vida, minha privada entupida, me perdoa?
— Ai como eu adoro isso.
— Isso o que?
— Te ver fazer tudo o que eu quero.
— Sua desgraçada, eu te amo.
— Porque?
— Pelo sexo de hoje.
— 10 reais não são nem os primeiros 10 segundos.
— Eu não devia nem te pagar, devia ser cortesia.
— Nada é de graça hoje em dia.
— Meu coração pra você é. As outras pagam.
— Idiota.
— Fica bravinha não.
— Vai te fude.
— Deixa eu te foder.
— Fode as menininhas que “pagam” pelo seu coração.
— Adoro te ver assim.
(ele sorri)
— Você vai adorar quando eu pegar uma faca.
— Você ta me deixando exitado.
— Usa a mão.
— Ah amor, para com isso vai.
— Para com o que? To normal.
— Vem aqui, deita comigo?
— Tá.
— Vamos dá mais uma?
— Não.
— Nossa mor, fica brava não. Quer que eu peça desculpas de joelhos?
— Quero.
— Ah, se ta brincando né?
— Não.
— Você é foda em.
(ele se levanta da cama e ajoelha-se no chão)
— Amor, princesa da minha vida, minha privada entupida, me perdoa?
— Ai como eu adoro isso.
— Isso o que?
— Te ver fazer tudo o que eu quero.
— Sua desgraçada, eu te amo.
quinta-feira, 14 de junho de 2012
“Você despertou as coisas mais bonitas que existiam em mim, que eu nem sabia que tinha. Você colocou brilho em meus olhos e paz no meu coração. E só você consegue fazer isso. Tudo isso. Só você consegue me deixar sem palavras, sem forças, com falta de ar. Só você consegue me deixar horas acordada com uma vontade incontrolável de juntar seus pés com os meus e te encher de beijos. É você quem eu quero pra vida toda… É tudo você. É só você, amor.”
Não sei bem o que é, mas há algo presente em cada centímetro do teu
sorriso que me dá vontade de chutar a porta que dá pra rua e sair
correndo, sem saber onde fica a minha casa. Há algo que me priva de usar
todas as artimanhas que eu colecionei, que me faz esquecer todas as
minhas frases de efeito e que faz com que tudo que eu faça/diga pareça
de uma imbecilidade infantil. Aí eu fico parada, te
não-ouvindo, te não-olhando e, sempre, invariavelmente, não sorrindo. Eu
fico sem saber o que fazer.
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