“E eu nem sei quando foi que comecei a achar bonito o teu sorriso.
Nem quando comecei a passar alguns minutos olhando a tela do meu celular
esperando algum sinal de que lembrou de mim ou qualquer coisa assim.
Nem quando comecei a torcer pra você dizer que sentiu a minha falta ou
que lembrou de alguma coisa que me envolva e sorriu, rapidamente, me
fazendo pensar que não sou tão boba assim por pensar em você o tempo
inteiro. Aliás, também não sei quando foi que passei a pensar em você o
tempo inteiro. Eu acordo, passa o dia inteiro, vou dormir e só acontece
você em mim. Eu nem sei quando foi que comecei a sorrir ao escutar o
barulhinho de mensagem chegando, nem quando meu coração começou a dar
pulos de alegria sem parar por ler um simples “gosto tanto de você”. Nem
sei quando comecei a sentir tua falta, ou desejar a tua presença nos
lugares onde estou. Muito menos querer estar ao teu lado para cuidar de
você ou, simplesmente, estar. Nem quando tive tanta confiança ao ponto
de te contar os meus sonhos e segredos. Ou mesmo listar as minhas manhas
e defeitos, sem medo de que você desistisse de mim. Eu nem sei quando
foi que me tornei assim: tua, mas tão tua, que eu não sei mais ser
minha.”
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